Toda a luz que nós podemos ver.


Toda a Luz Que Não Podemos ver foi o nosso livro do mês. E que livro. Vencedor de todos os grandes prêmios da literatura mundial, entre eles o Pulitzer e o livro mais vendido na Europa em 2015. Fácil na minha lista dos dez melhores livros. 

Escrito por Anthony Doerr, o livro conta a história de Marie-Laure, uma francesinha cega de nascença e de Werner, um garoto alemão que tem as vidas cruzadas pela guerra. 
O livro foi uma unanimidade, claro. Mas nem todos viram o livro com os mesmos olhos, o que é a jóia do nosso Clube! É surpreendente e enriquecedor perceber como cada um de nós fica tocado por um personagem, ou um capítulo ou uma frase.  E por isso aprendemos tanto. Aprendemos a ver a vida e as pessoas de moda diferente, com mais abertura e tolerância. 

Para mim, o livro foi uma lição de vida. Uma ode ao simples fato de podermos abrir os olhos pela manhã e pensar ´´estou viva!´´.  Marie-Laure, a frágil menina, era na verdade uma das mais fortes do livro e uma sobrevivente. E, embora cega, enxergava mais que muitos. 
A delicadeza das relações, o amor nos pequenos gestos, a gratidão por ter sobrevivido, a coragem de enfrentar os piores medos e seguir em frente. Foi isso o que Etienne, Laurette, Jutta e Madame Malec e Werner  nos  ensinaram ao longo das 400 páginas do romance. 





´´ A vida esconde nos lugares mais simples sua grande beleza, que revela qual o significado de porque persistimos em continuar vivendo. Porque sobrevivemos.´´
Pablo Neruda












Fazer parte deste livro é um privilégio. Obrigada, meninas,  por tudo. Pelas lições, pela inteligencia, pela sensibilidade, pelas observações divertidas, pelos risos. Obrigada Rachel pelas poesias, Helô pelo abraço apertado, Maria Eugênia que sempre sabe tudo, Mari, pela alegria, Valerinha por nos receber, Tina, Lili, Ana Maria, Thaís, Eli, Cidoca, nossa deusa, Tati, com suas observações valiosas,  Deborah,  Claudianne, Samaritana,  Manuela,a rainha dos livros, Júnia, Flávia, Heloísa, pelo carinho, Clíssia, por ser tão rebelde quanto eu,  e por aí vai, porque são 25 cabeças que juntas, me fazem pensar e me mostram um mundo novo a cada encontro. Love you.

Ah, e até o próximo encontro com o enfant terrible Houllebeqc e com a Pequena Abelha Submissa!






























Um comentário:

Anônimo disse...

adoro o seu blog, mas acho meio ridiculo vc sempre colocar em seus circulo de amizades as mesmas pessoas. Porque vc não deixa esse ´´clube´´ ser de todos os seus leitores? vc que fala que gosta tando de ´´divulgar´´ a cultura? hein?