20 de mai de 2019

OP


Olivia Palermo e suas inseparáveis unklebooties.












































Noite de sábado

´´E quando chega a noite de sábado ...´´

O Último Magnata de F Scott Fitzgerald


















17 de mai de 2019

Alto Mar


Podem preparar a pipoca e o cobertor!
Alto Mar, a nova série da minha, da sua, da nossa, NetFlix não vai deixar ninguém sair de casa!
Tudo parecia ser só glamour, champagne e romance, numa viagem em um transatlantico de luxo, quando uma série de assassinatos misteriosos acontecem. Por sorte, está a bordo uma escritora genial e um corajoso oficial. Uma espécie de Agatha Christie de luxo. 
Dia 24, na telinha da sua TV.
Como eu não tenho mais nada pra fazer, acho que vou criar um Clube de Séries! O que vocês acham?



O vestido de Camila


O caso entre Camila Chiari e Fernando Silva foi de amor à primeira vista. Quando o estilista a viu pela primeira vez, disse: “Você parece uma sereia, uma ninfa”. Amigos íntimos desde 2013, quando ela lhe telefonou perguntando se poderia fazer o vestido para seu casamento com o empresário Paulo Henrique Pentagna Guimarães, realizado sábado passado, ficou muito feliz por ter sido o escolhido para materializar o sonho dela para dia tão especial.
O desafio era criar um vestido que preservasse a identidade da noiva, dona de uma personalidade bem leve, e que fosse apropriado para a cerimônia intimista, nos jardins da sua residência, no Bosque da Ribeira, respeitando ainda o horário – o do pôr do sol.
A única demanda de Camila era que o estilista incluísse na peça as flores de cerejeira, suas preferidas. Assim nasceu o vestido que ele nomeou Vênus Florata, mistura de sereia, deusa, ninfa e flores, elaborado na Unity Seven, marca em que Fernando Silva é diretor criativo, e que assina o estilo junto com ele. Foi confeccionado em renda e tule de poá italiano, com corte sereia, para desenhar as curvas da noiva. Uma capa com ombreiras dramáticas faz a releitura contemporânea do véu, já que Camila desejava fugir da imagem da noiva tradicional.
 Os bordados do vestido têm apelo sustentável, o que combina muito bem com a filosofia da noiva e com a da Unity Seven. Fernando Silva desenvolveu 4 mil flores, criadas a partir de retalhos da fábrica, que foram cortadas uma a uma, boleadas e pintadas à mão. Ele também recriou as mesmas flores feitas com garrafa pet. O arremate da roupa contou com 535 minibotões forrados contornando todas as costuras.
O trabalho foi realizado em tempo recorde: três semanas, 13 dias ininterruptos de bordado, envolvendo 10 profissionais.
Ele significa um novo gancho na Unity Seven, que abre loja no final do mês, em São Paulo, e que incluirá vestidos de noivas customizados em sua oferta de produtos a partir de então.Para complementar, Fernando e Camila escolheram juntos uma sandália rasteira bem confortável e clean para compor com o look. O resultado foi uma noiva moderna, atemporal e muito cool, de acordo com a personalidade de Camila.








Fotos: Leca Novo

10 de mai de 2019

Rosa



"Quem elegeu a busca, não pode recusar a travessia, dizia Guimarães Rosa. 

Porque para ele, não importa o ponto de chegada, nem a partida, mas importa e muito, o longo caminhar. É no caminho que está o viver. 

Estamos na travessia da obra de Guimarães Rosa no nosso Clube do livro. Ontem, tivemos o privilégio de ter a Márcia Marques de Morais, especialista nos romances roseanos. Entre uma taça de um bom vinho, um jantar delicioso, e uma boa conversa, aprendemos mais sobre o universo desse gênio. Ler Rosa não é simples., nem fácil. Mas como todo "caminho resvaloso" da vida, existe o prazer e o deleite de fazer esta instigante travessia e conhecer mais do maior autor da língua portuguesa. Afinal o que "a vida quer de nós é coragem".

Obrigada, meus parceiros deste Clube por me manterem de "olhos bem abertos" neste caminhar.





E só sobraram as duas!

E o baile do MET?
De verdade? Não achei a menor graça...
Há alguns anos atrás o red carpet do baile promovido pela mega editora Anna Wintour era de longe, o mais aguardado do ano. Nem o Oscar ganhava dele. Pelas escadarias do Museu passavam os vestidos mais deslumbrantes, as mulheres mais glamourosas e as jóias mais poderosas.
Os convites eram disputados a tapas e ao lado das celebridades estavam também as novaiorquinas chiquérrimas, os mecenas, intelectuais, jornalistas. Tout creme - de -la-creme.
De uns tempos pra cá, as neo-celebrities tomaram conta e o baile deixou de ser um baile de gala para virar um baile de carnaval.
Nada contra o baile de carnaval, pelo contrário!!!! Mas então tinha que ter a bateria da Mangueira, oras!
Enfim, para mim, o MET perdeu a graça.
As únicas que salvaram a noite foram a dona da P ...  T..., Anna Wintour, de Chanel,  e a bela Rosie Huntington num Oscar de la Renta deslumbrante.
O resto era fantasia da Sapucaí!









Kim!!!!


O que é que eu posso falar diante desta visão aí embaixo?


Nada.




3 de mai de 2019

No braço



Uso o mesmo brinco 360 dias no ano. Os outros cinco eu até que uso outros. 
Já pulseiras...
queria ter uma para cada dia do ano!










Prestação de contas

A ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, vai percorrer igrejas evangélicas, mostrando um balanço dos programas sociais da Pasta. É um esforço do governo Bolsonaro para estreitar suas relações com os pentecostais. 


Imagem: Getty

Personalidade


´´Salto alto e batom vermelho. E você nunca passará despercebida´´
Dita von Teese
























Ubique Patriae Memor


A Ordem do Rio Branco é destinada a galardoar os que, por qualquer motivo ou benemerência, se tenham tornado merecedores do reconhecimento do Governo Brasileiro, servindo para estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção, bem como para distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas. Pode ser conferida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras.


Ah, sei... 




2 de mai de 2019

Ao natural com sua Givenchy


Carolyn Murphy é a estrela da campanha da Givenchy para a bolsa Small Mystic.
Fotografada pelas ruas de sua cidade, Nova York, Carolyn escolheu os looks e a locação.
A ideia era parecer que a modelo usava mesmo a bolsa em seu dia a dia. Conceito, aliás, que é a tendencia do marketing atual. Adeus ao certinho, produzido, fake.













Melinda Gates e as mulheres



´´Quando você ergue uma mulher, você ergue a humanidade. Essa é a mensagem do novo livro de Melinda Gates, “The moment of lift” (ainda sem tradução para português).
Para alguns pode parecer uma platitude de uma mulher bilionária, preocupada com a própria reputação. No ambiente polarizado em que vivemos sobram críticas aos que se expõem, aos que decidem falar.
Incisivos nos questionamentos, os críticos investem contra o perfil dos bem-intencionados, seja de um lado ou de outro. Há os que fazem leitura dos fatos à distância, de acordo, é claro, com suas próprias conveniências.
Mas são aqueles que estiveram em campo, que percorreram uma longa jornada, que precisam compartilhar, contar mais sobre o que viram, sobre o que viveram. Ou seja, aquilo que chamamos de mundo real.

A decisão de publicar um livro com histórias, emocionantes ou trágicas, de mulheres que conheceu pelo mundo é de certa forma um desabafo. O desabafo da maior filantropa do mundo, ao lado do marido, o fundador da Microsoft, Bill Gates.






Entre iniciativas pela redução da pobreza, pesquisas em saúde e inovação tecnológica, a Fundação Bill e Melinda Gates já investiu mais de US$ 50 bilhões em ações de filantropia, especialmente em países da Ásia e África. Mas por que um desabafo?
Diante de tanta informação disponível no mundo e a ansiedade geral em consumir o máximo disso, as pessoas temem a inutilidade delas mesmas. Imagina você ter conquistado tanto, chegado onde chegou Melinda Gates, e ao mesmo tempo ser confrontado diariamente com a desigualdade social.
Um mínimo de empatia social, do sentimento de compaixão humana tão urgente no nosso tempo, inevitavelmente levara a estudar, refletir e, mais que tudo, intervir.
Melinda nasceu em uma família de classe média norte-americana. Embora reconheça o privilégio do sobrenome e dos bilhões de dólares em sua conta corrente, não se curva aos que insistem apenas nas curiosidades sobre sua vida pessoal ou sobre sua luxuosa casa de milhões de dólares. Isso ficou claro em entrevista recente que concedeu ao NY Times.
Em seu livro, ela vai ao ponto: meninas e mulheres devem ser prioridade em 2019 e daqui em diante. Em conversas com líderes mundiais, Melinda reforça sempre a evidência de que o investimento em saúde, educação e tecnologia, focado em meninas e mulheres, é a chave para destravar o desenvolvimento, especialmente nos países mais pobres. Isso porque qualquer política pública voltada para mulheres está inexoravelmente dedicada também à próxima geração, ou seja, aos filhos e netos.








O livro de Melinda Gates me reconectou com o trabalho social que fizemos em Minas Gerais, claro, numa proporção bem menor. Senti a mesma ansiedade de dividir com mais pessoas os lugares e as personagens que encontrei neste período.
Projetos sociais me levaram muitas vezes ao Norte e ao extremo Noroeste do Estado. Onde conheci, por exemplo, Maria Madalena dos Santos, uma senhora de meia idade, num assentamento rural, no município de Formoso, a 890 Km de Belo Horizonte.
No semiárido mineiro, numa localidade onde as carências são agudas, Dona Madalena bem poderia ser uma dessas mulheres que Melinda Gates viu pelo mundo. E o cenário é o mesmo dos bolsões de pobreza na Ásia ou na África.
Nele, a cena marcante de uma mulher que, em pleno século XXI, percorre mais de quatro quilômetros, com uma lata d´água na cabeça, em busca do córrego mais próximo para suprir o consumo diário de sua família.
A resiliência dessa mulher, seus sonhos, suas esperanças, não são diferentes de outras mulheres do mundo. Quem encontra esse cenário, quem se depara com a profunda desigualdade no nosso país, quem presencia o abismo que separa mulheres pobres, miseráveis, daquelas de classe média, não consegue mais se afastar daquela questão mais intima, mais profunda: afinal, como posso ser útil?
No Brasil, um número cada vez maior de pessoas, organizadas em milhares de ONGs, se mobiliza com trabalho voluntário em projetos inovadores buscando dar resposta a esse dilema: ser útil e intervir objetivamente nessa realidade angustiante.
Mas, sem dúvida, os maiores avanços na redução da desigualdade social foram obtidos com a adoção de um conjunto de políticas públicas que deram efetivo protagonismo às mulheres, ao colocá-las no comando da renda familiar. O melhor exemplo é o programa Bolsa Família que, nas palavras da ONU, “foi fundamental para retirar o país do Mapa Mundial da Fome”.
Num país complexo e de desigualdade tão profunda quanto a nossa, que a duras penas está encontrando soluções para suas deficiências estruturais, é lamentável assistir ao esvaziamento de iniciativas já internacionalmente reconhecidas como eficientes na melhoria dos indicadores de desenvolvimento humano.
Para além da polarização e do debate sobre a causa feminista, a racionalidade impõe um contraponto aos delírios e discursos ideológicos: o Brasil e o mundo precisam se render à capacidade das mulheres de transformar o nosso futuro. É hora de erguer nossas meninas, nossas mulheres´´.

Carolina Oliveira Pimentel, ex presidente do Servas.

30 de abr de 2019

Get the Look


Choradeira

Vingadores 4 foi a maior estreia de todos os tempos. Nunca antes na história do cinema um filme foi tão visto e lucrou tanto em sua semana de lançamento.
Era pra todo mundo estar comemorando! Salas cheias, público deixando NetFlix de lado e lotando os cinemas, a engrenagem da industria se movimentando.
Só que tem gente que está reclamando ...
Os produtores, diretores e cineastas brasileiros estão indignados porque 80% das salas dos cinemas estão tomadas com o longa hollywoodiano.
Ora, se 80% das salas estão com Vingadores é porque o filme não faz sucesso? É porque ninguém quer assistir?  É porque os cinemas querem ter prejuízo? É porque os ingressos não foram vendidos? NÃO!!!
É porque o filme é sim um sucesso! Os cinemas abriram a pré venda há meses e a procura surreal.  Se existe demanda, existe a oferta! Se os cinemas abriram suas salas para Vingadores é porque é isso o que o público quer assistir, ora bolas! E se ele é um filme americano, qual o problema? Se ao invés de um blockbuster americanoide  fosse um filme iraniano estaria ok? Um diretor chegou a ir para as redes sociais dar spoiler de Vingadores, pode? Tipo menino birrento...
Os cineastas brasileiros fazem um filme de um homem com uma banana na cabeça e querem competir com Vingadores? (não existe esse filme do homem com a banana na cabeça, pelo amor de Deus, foi apenas uma metáfora, antes que alguém reclame...).
Até o ano passado existia uma lei que limitava a exibição de um mesmo filme em muitas salas. O que favorecia os filmes nacionais. A lei foi derrubada e hoje Vingadores ocupa 2700 salas das 2975 disponíveis.
O fato é que se um filme nacional foi lançado junto com Vingadores e ficou sem sala, me desculpa mais foi um erro estratégico de lançamento e, porque não, um caso de  soberba, porque era público e notório que qualquer outro filme ficaria na sombra perto do gigante da Marvel.
Se o cinema brasileiro quer ser cult, tudo bem, louvável, eu prefiro mil vezes um filme cult do que um Marvel,  mas entendo também que o filme cult não agrada a todo mundo e ponto! Se querem lotar um cinema façam Vingadores!
Não estou entrando no mérito da questão se Vingadores é um bom filme ou não. Isso é outra coisa.
O que me pergunto é: o que exatamente os cineastas e produtores nacionais estão defendendo?
A industria do cinema ou seus próprios filmes?





29 de abr de 2019

A próxima vítima

O lamaçal em que se envolveu Sérgio Cabral, não para de espalhar sujeira.
A nova vítima é a poderosa Fundação Getúlio Vargas. 
Sérgio Cabral disse que a instituição servia de ´´biombo legal para a efetivação de entendimentos prévios, ela fugia da licitação e dava cobertura para estudos feitos por nós´´, traduzindo: roubalheira. O Ministério Público está promovendo uma verdadeira devassa nas contas da FGV.
A Fundação Getúlio Vargas é uma entidade privada, respeitadíssima,  fundada em 1944, conhecida por sua linha acadêmica de primeiro mundo.
Não dá pra entender como foi se meter nesta bandalheira. 



27 de abr de 2019

A casa de Liz Taylor


´´Minha mãe disse que eu não abri os olhos nos meus primeiros oito dias de vida. E que quando o fiz, a primeira coisa que vi foi um anel de noivado!´´
Elizabeth Taylor

Liz, a eterna diva dos olhos cor de violeta, viveu em sua casa de Los Angeles com o mesmo glamour que aparecia nas telas. Mesmo cercada com mundo festivo de Hollywood, Liz era caseira. 

A casa de Liz é adorável, aconchegante, feminina, luxuosa.  A cara dela!

Depois de sua morte, os filhos leiloaram algumas jóias, como era o desejo da mãe. Já a casa é mantida como Liz deixou. 




























Amei o closet com a pia para lavar os cabelos! Fala sério?!!! O que mais uma mulher pode querer da vida?!












Luz no fim do túnel

Você sabe organizar sua vida financeira? Sabe onde economizar? Onde gastar? Quanto poupar?
E sabe como ganhar mais? Planejar despesas e fomentar receitas? Você tem uma agenda de metas?
E um ´´Mapa da Mina´´? Você tem uma ´´Agenda de Objetivos´´?
Uma vida financeira organizada não é tarefa fácil, muitoooooo pelo contrário. É dificílimo. Principalmente nesses tempos de crise. Mas é possível.
Para isso, existem profissionais que cuidam disso. Um bom coaching é a luz no fim do túnel.
Lúcia Faria, que atua há anos no mercado, oferece este serviço. Lúcia é luz, é paciência, conhecimento e profissionalismo.
Contato: Lúcia Faria 31 99823-1914




Apenas 4 meses.

O que falar desses quatro meses do governo? 
Simplesmente estarrecida.

24 de abr de 2019

Inspiração



A natureza cria ....
A Marilia Perez Cake se inspira ...











.... E faz maravilhas!!!!


Bolo especial recheado com limão siciliano e pistache, brigadeiros, morangos com creme inglês e amêndoas.











O livro fala, a alma escuta


Minha vida de leitora começou na biblioteca da Escola Santo Tomás de Aquino. Não me lembro quantos anos eu tinha, mas me lembro que era minha ´´aula´´ favorita. Sempre fui péssima aluna, mas essa ´´aula´´ eu não perdia de jeito nenhum! Eu pegava vários livros nas prateleiras e era uma luta para escolher qual deles levar para casa, já que só podíamos levar um. Uma completa maldade. Desde então tomei gosto por bibliotecas. Adoro os livros meio velhos, a lombada surrada, e as fichas presas na última página, onde vinha escrito a data da devolução e quem tinha lido por último. Daí minha obsessão em sempre, sempre, sempre, ler a última página de todos os livros! Elas são bem interessantes! Contam quase outra estória!
Os livros saíram das estantes e entraram na minha vida como um furacão. Nunca mais vou me esquecer dos personagens de Um Presente Para Claudia, meu favorito da adolescência, ou as aventuras incríveis da Turma do Posto Quatro. Eu sonhava em morar na rua da Claudia ou fazer parte da turma carioca. Passados uns 40 anos, ainda sei de cor os nomes dos personagens.
Dos livros juvenis, passei a ter adoração por Agatha Christie. Lia uma, duas, três, quatro vezes o mesmo livro. Cheguei a decorar frases inteiras. Ficava fascinada pelos personagens, pelos lugares, pelos cenários. Viajava com ela para a Inglaterra, França, Turquia, Egito. Tinha certeza que um dia, eu seria uma escritora como ela. Criava meus próprios personagens e passava noites e noites acordada pensando em finais diferentes ou como eu reescreveria cada capítulo ou mudava o assassino. Ainda bem que não me restou escrever outra coisa, que não escrever somente nas redes sociais. O mundo se livrou de uma péssima escritora...
Quando eu tinha uns 20 anos, descobri a biblioteca pública Luis de Bessa, que ficava ao lado de onde eu trabalhava. Era um paraíso! Lá não tinha o limite de 1 livro, você podia pegar quantos quisesse desde que devolvesse no dia certo. Claro que eu não devolvia e minhas multas eram altíssimas! Ainda bem que eu já tinha meu salário...
Na biblioteca pública passei a ler de tudo! Tudo mesmo! Desde os clássicos até os chamados Proibidões, que na casa da minha mãe eram encapados com papel pardo para a gente não ler o título!!
Quando meus filhos nasceram, eu lia no banheiro, o único lugar onde qualquer mãe de dois guris tem sossego (quem tem filhos sabe do que estou falando).
Troco muitas companhias por um livro, fácil, fácil. Aliás, com a idade, troco cada dia com mais facilidade...
Leio toda hora, em qualquer lugar. Leio no carro, quando o sinal está fechado, leio na fila do banco, leio no restaurante, na piscina, na praia. Meu sonífero é o livro. Não durmo sem ler pelo menos 10 páginas de qualquer coisa. E com exceção dos chamados livros de auto-ajuda, leio de tudo! De Harry Potter, passando por Machado de Assis até Nietzsche.
O problema é que só ler as vezes não basta. É preciso falar incansavelmente sobre o livro. Não tive dúvidas, tratei de criar um Clube do Livro! Convidei minhas amigas que compartilhavam esse prazer e hoje, passados vários anos, esse Clube é minha paixão.
Acredito firmemente que o verdadeiro analfabeto é o que aprendeu a ler e não o faz. Os livros são companhias perfeitas, exímios professores, terapeutas sensíveis. São também os livros que nos transformam...
...são os livros que nos fazem olhar para o mundo e querer mais. São os livros que nos inquietam e nos desassossegam. São eles, aquelas páginas cheias de palavras, que nos fazem perguntar sempre ´´porque?´´, são os livros que não nos deixam parar de viver. Por isso nem sempre quem lê é simpático, dócil ou afável. Quem lê pergunta, indaga, questiona, não se contenta com qualquer coisa. Como dizia Paulo Francis, ´´quem lê pensa e quem pensa jamais será um servo.´´ A leitura nos dá senso crítico, nós dá estofo para argumentarmos, nós dá uma certa rebeldia. E dependo do interlocutor essa rebeldia é uma afronta. ´´Cuidado com as pessoas que estão sempre lendo um livro´´.
O livro abre uma espécie de Caixa de Pandora em nós. Depois de aberta é impossível voltar para dentro de novo. ´´A mente que se abre ao novo, nunca mais volta ao tamanho anterior´´.
Nas paredes da fazenda da minha mãe está pintado em letras enormes, azuis, entre duas estantes de livros: ´´o livro fala, a alma escuta´´. Eu acrescentaria: e depois que alma escuta, você jamais será o mesmo.
Neste dia internacional do livro, minha homenagem aos meus pais, que me deram a liberdade de ler de tudo, aos meus professores do Santo Tomás que me deixaram ler escondido no corredor, aos autores que me marcaram a minha vida adulta (Carla Madeira, minha favorita), aos livreiros que me indicam os títulos, e principalmente, queria muito agradecer a minha turma de ´´rebeldes´´ maravilhosos, que dividem comigo este amor pela literatura e que me fazem ver o mundo com outros olhos: Mariana Fonseca, Ana Maria Ribeiro, Clissia Pena, Ana Maria Moreira, Audrey Andrade, Eli Gambrini, Fá Dupim, Gabi Araújo, Helo Lelis, Samaritana Gontijo, Heloisa Azeredo, Joana Farnezi, Juliana Queiroz, Junia Gianetti, Junia Mendes, Manu Recoder, Maria Eugenia Couri, Marise Rache, Maria Eugênia Couri, Paty, Rita, Soraya Lara, Tania Campos, Tati Gabrich, Cidoca Nogueira, Thaís Henriques, Tina Lage, Valerinha Amaral. Vocês são incríveis!



23 de abr de 2019

Para as mamães!


Super, mega, blaster poderosa!


Ela tem 29 anos, é uma das 100 mulheres mais influentes do mundo e tem uma fortuna avaliada em 250 milhões de dolares.
E não, ela não herdou, não ganhou na loteria, nem se separou de um marido milionário.
Ela fez tudo sozinha. 
Whitney Wolfe Herd é a CEO do aplicativo de namoro Tinder. Aquele mesmo, da ´´Jennifer´´.

Ao lado dos sócios, Sean Rad, Justin Mateen e Joe Munhoz, ela transformou o Tinder no site número um do mundo quando o assunto é relacionamentos. E Whitney não está satisfeita. Ela agora quer colocar o Bumble, outro braço do Tinder, como o número dois.
Enquanto domina o mundo com uma mão, Whit quer salvar o planeta com a outra. Ela ajuda a financiar várias ONGs de pesquisa sobre o aquecimento global. Tá certa! Se não tivermos um planeta para morar, o que adianta conhecer o seu par?