Oscar de la Renta

20 de fev de 2019

Argola!


Tem coisa mais feminina e sedutora que um brinco de argola dourada?




































Não, obrigado.

Nosso governador, Romeu Zema, está entusiasmado com a ideia de criar uma especie de ´´Conselho de Administração´´, com empresários mineiros, que dariam pitaco na administração.
Ele já convidou um peixe grande. Que educadamente, recusou.



Saudade nenhuma!


Mais um fracasso na lista da Globo.
A novela Verão 90 não emplacou. Nada salva, nem o elenco, nem o cenário, nem a história.
Vão começar trocando os cenários. 

Mas também, vamos combinar, uma novela passada nos anos 90? Jura? O meio do caminho entre o moderno e o antigo é o velho! A novela já nasceu velha! Quem  aí tem mesmo saudades dos anos 90?  Tinha o Tamagoshi, o estilo grunge, video cassete na locadora, computador de tubo, Dirty Dancing no cinema, e no rádio a gente ouvia Macarena, Na Boquinha da Garrafa e Só no Sapatinho! Fala sério?! 



Entendeu?

“Sou paciente, chato e obstinado. Tenho muitos amigos também. Dará um certo trabalho, mas devolverei em triplo as ameaças e ofensas dentro da lei. Não tenho medo de briga”
Gustavo Bebiano ao deixar o cargo no governo.




Rosa


´´Viver é uma questão de rasgar-se e remendar-se´´.
A Companhia das Letras, brilhantemente, lança dia 25 de fevereiro a nova edição do grande clássico de Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.
Publicado originalmente em 1956, Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, revolucionou a literatura brasileira e colocou Rosa como um dos maiores escritores do mundo. Ao atribuir ao sertão mineiro sua dimensão universal, a obra é um mergulho profundo na alma humana, capaz de retratar o amor, o sofrimento, a força, a violência e a alegria. Uma paixão para os amantes dos letras, do sertão, de Minas, do Brasil. 
Para comemorar, será lançado também uma edição especial, luxuosa e exclusiva. Serão apenas 63 exemplares. Quer dizer, seriam,  porque todos já foram vendidos, claro.
A capa é um verdadeiro tesouro! Dura, com baixo relevo e costura aparente, e a guarda é feita de papel artesanal da Moinho Brasil,  de cana-de-açúcar, com impressão em silk screen. O bordado é inspirado no avesso da obra  Manto da Apresentação, do artista Arthur Bispo do Rosário, com os nomes dos personagens do romance, e vestirá o livro feito uma sobrecapa. Ainda há uma faixa vermelha que terá um fechamento com botão feito artesanalmente pela Quiari Marcenaria, que envolverá o exemplar. O livro será entregue em uma caixa feita de buriti por uma rede de artesãs do sertão.”
Uma verdadeira jóia.







17 de fev de 2019

Lee Radziwill


Algumas mulheres eu acho chiques, outras bem-vestidas, outras charmosas, outras clássicas, outras fashion.

Mas a hour concour da minha lista das mulheres mais elegantes do planeta é, sem dúvida, Lee Radziwwill.






Caroline Lee Bouvier, é a irmã mais nova de Jackie Kennedy Onassis ( o nome da filha de Jackie, Caroline, é uma homenagem á irmã).

Nascida em uma rica, católica e tradicionalíssima família de NY, Lee nasceu e cresceu em Southamptom e era ligadíssima á irmã, Jackie.

Mesmo sem ser linda, Lee já chamava a atenção por seu bom gosto, elegância e, principalmente,  inteligência.

Articulada e racé, Lee casou-se aos 20 anos com o playboy e ricaço, Michael Canfield (que dizem, era filho ilegítimo do Duque de Kent). O enlace não durou muito e Lee (católica fervorosa) e a família (católicos tradicionais), não sossegaram enquanto não conseguiram a anulação do casamento pela Santa Sé.








Lee então, conheceu e se apaixonou pelo bilionário príncipe polonês, Stanislaw Radziwill, com quem teve os dois filhos, Anthony e Anna Cristina. E passou a se chamar Princesa Lee Radziwill, título e sobrenome que ela carregou até hoje, anos após o divórcio e a morte do Príncipe.

John Kennedy, então presidente dos EUA e casado com sua irmã Jackie, foi o padrinho de Anna Cristina.







Com uma vida de glamour, o bom gosto de Lee tornou-se famoso e suas casas em Londres, Paris e NY, decoradas por ela mesma com sofisticação e elegância, foram fotografadas á exaustão pela House and Garden e Elle Decor.

Lee virou ícone de elegancia, e todas as mulheres poderosas do mundo queriam ter casas iguais ás dela. Lee não perdeu tempo e se associou ao grande Renzo Mongiardino e tornou-se a decoradora favorita dos muito, mas muito ricos.









Em 2000, a Elle Decor publicou uma lista das 20 casas mais elegantes e belas do mundo, e o apartamento da Quinta Avenida e a casa de Londres de Lee, estavam na lista.








Mas nem tudo foram flores na vida de Lee. Longe disso.
Depois do assassinato de John Kennedy e dos meses tensos que se seguiram a ele, Lee esteve ao lado da irmã, ao mesmo tempo em que  o casamento com Stanislaw chegava ao fim, num longo processo de divórcio.
Lee, que vivia em Londres, mudou-se para NY com a filha Anna, de 14 anos, deixando o filho Anthony, de apenas 15 em um internato na Inglaterra. Anthony, tímido e muito apegado à mãe, sofreu horrores ao ser deixado em outro continente. A família paterna acusou Lee de praticamente ter ´´se livrado´´ do garoto.
Já nos Estados Unidos, Lee sofreu com a  imprensa americana,  que devastada com a morte de JFK não perdoou Lee por ter sido o cupido do romance entre a Eterna Primeira Dama, Jackie, e o grego Aristóteles Onassis (foi Lee quem apresentou os dois). E pipocavam notinhas nos jornais acusando Lee de ter um ciúme doentio e de viver á sombra da irmã famosa. Tudo desmentido por Jackie.










Em 1988 ela se casou pela terceira vez com o diretor de cinema e teatro, Robert Ross.
A doença e a morte da irmã deixaram Lee arrasada e ela passou a ficar mais tempo em NY com os sobrinhos, John e Caroline.
E foi então que a tragédia se abateu de vez sobre a vida de Lee.
Em 1999 seu sobrinho e afilhado, John Kennedy Jr. morreu  em um trágico acidente de avião, junto com a mulher, Caroline Bessette e a cunhada Lauren.
Um mês depois, seu único filho, Anthony, morria de câncer, aos 40 anos de idade.
Em 2001, ainda devastada pela perda do filho e do sobrinho, Robert Ross tem um enfarte fulminante e morre em NY.
















Lee passou um ano de luto, na casa em que nasceu e que foi comprada por ela. De volta à NY, ela continuou vivendo a vida que gostava.
Em todos os grandes eventos beneficentes e culturais de NY ou Paris, Lee  esteve presente. Mas nunca me festinhas sociais. Educadamente ela declinava de todos os convites, enviando belas flores ao anfitrião. 
Ela só abria  excessão para os grandes amigos, como Valentino e Carolina Herrera, com quem manteve uma longa amizade (as duas eram vizinhas em NY).
Em 2008, Lee recebeu a Légion D'honneur, em Paris, por sua dedicação e luta pela cura do câncer.
Lee ainda mantinha  um sociedade informal com a amiga Inés de La Fressange, que presta consultoria de moda para as grandes grifes francesas. 












Dizem que Lee e JFK eram amantes e que ela foi sua verdadeira paixão. E que ele só não se casou com Lee, porque ela era muito nova.
Pode ser. Mas isso já é outra história.
O fato é que Lee sempre foi mais elegante, mais culta e mais inteligente do que a irmã.
Mas nunca teve, nem de longe, o carisma de Jackie Kennedy Onassis.
Nem foi tão amada, querida e idolatrada, pelos americanos e pela imprensa mundial, como sua irmã mais velha o foi, e sempre será.
Lee morreu ontem, aos 85 anos. Uma era de mulheres verdadeiramente elegantes chega ao fim.

Te dedico este post, Flávia Eluf.

16 de fev de 2019

Tesouro

Olha o charme dessas fotografias em Preto e Branco de Belo Horizonte de antigamente!
São autenticas e antigas!
Sabe quanto? R$100,00!!!!!! Isso mesmo, 100,00 cada uma!
Na Sandra e Márcio!




Novos ventos

Donata Meirelles e Nizan fazem parte de uma elite diferenciada. A elite que ganha dinheiro, mas tem um olhar para o empoderamento comunitário. São poucos e deveriam ser exaltados.
Dias antes da polêmica festa, Nizan compartilhava o sonho de ajudar a bancar a vinda de Barack Obama para falar a movimentos negros na Bahia.
O nome de sua agência, aliás, é África.
O que ocorreu com Donata Meirelles, obrigada a pedir demissão da Vogue, serve como ensinamento.
As imagens de sua festa de aniversário passaram a sensação de uma visão preconceituosa dos negros, como se reproduzisse a escravidão.
Aquela cadeira estilo sinhá ao lado das negras serviçais ajudam a compor o cenário do apartheid.
Não era isso o que Donata queria passar, é óbvio.
Mas foi o que passou. Não basta pensar ou sentir. É preciso demonstrar.
Na era das redes sociais – e Nizan sabe muito bem disso – os fatos e versões se misturam de um jeito acelerado e intenso, produzindo novos fatos que ganham vida própria. É o preço que pagamos pela exposição. Sei bem disso, inclusive...
Nizan é um leitor exímio do mapa dos ventos políticos, sociais e econômicos. Muita gente fecha a janela quando bate o vento. Ele transforma em força para movimentar um barco a vela.
A sociedade brasileira está atenta, nas redes sociais, a qualquer sinal que mostre preconceito ou pareça mostrar preconceito. E já não era sem tempo.
Era a festa em que estavam negros como Preta Gil.
Mas a percepção que ficou foi de que foi uma festa racista, numa cidade em que os negros são maioria, mas a elite é branca.
Justamente esse apartheid brasileiro, visível na Bahia, nos faz ver como normais coisas que já não são normais para muita gente.
O resultado concreto do imbroglio foi o pedido de demissão de Donata para não prejudicar a Vogue, nem a carreira do marido.
Daí se entende por que, no mesmo dia da demissão, Maju será a primeira negra a assumir o JN. É esse o caminho do vento. Ainda bem. 




13 de fev de 2019

Fritando


Ricardo Salles já está na frigideira.
Nem tanto pela sua declaração ridícula sobre ´´quem é Chico Mendes´´, o que mostra um terrível despreparo para o cargo que ocupa, mas pelo seu passado e pelo seu curriculo.
Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC), que representa 19 institutos públicos de pesquisa do Estado, emitiu comunicado dizendo que a escolha do advogado seria uma decisão “catastrófica” e colocaria em risco as políticas ambientais no Brasil.
“Trata-se de alguém incapaz de entender a importância da ciência para o desenvolvimento nacional e que já provou ter ligações com representantes de setores que não têm qualquer compromisso com a educação ambiental, a bioecologia e a conservação da natureza”, disse a Instituição.
É o tal negócio, você pode até não gostar de Chico Mendes mas dizer que ele não teve importância é inaceitável para quem é Ministro do Meio Ambiente.




12 de fev de 2019

Ikat


Ikat é a estampa queridinha da vez. 

Muito diferentemente do que pensamos, o tecido Ikat não tem a ver com tribos ou povos orientais.
Na verdade o Ikat não é o nome de um estampa e sim de uma maneira de tecer, onde os fios são tingidos antes de irem para o tear, o que dá esse ar meio bagunçadinho, irregular e super charmoso.
Esta maneira de tingir e tecer o tecido não tem uma origem certa, mas dizem que veio da Indonésia, onde os primeiros tecidos com esta estampa eram de seda. 













O mais bacana da estampa Ikat é que ela pode ser usada e combinada com outras estampas mais tradicionais como as listras, cashmere e até animal print.
Basta ter coragem, bom gosto e personalidade.







E embora seja uma estampa alegre e moderna, o Ikat fica perfeito estafando móveis clássicos e almofadas.
Experimente pegar uma tradicional cadeira entalhada Luis XV e estofá-la com um belo corte de Ikat. Fica deslumbrante!


















































Único e insubstituível


Ricardo Boechat se foi.
Não teremos mais esse sorriso largo, nem o brilho nos olhos, nem as críticas ácidas e lúcidas todas as noites.

Boechat era o meu favorito, desde a sua época da revista Interview. De lá para cá, Boechat amadureceu, controlou a língua, aprimorou seu conhecimento sobre o Brasil e transformou-se no maior jornalista do país. Não, ele não tinha  concorrentes. Era único. 
Nesses tempos sombrios, onde tateamos procurando conhecer os fatos, ansiamos por uma opinião sensata, precisamos de vozes corajosas, Boechat vai fazer muita, mas muita falta.




Oscar

Ikat.
Oscar de la Renta 2019.




Des modèles de beauté éternelle



Ah, Paris!
Em sua biografia, A Mulher que Inventou a Beleza, Helena Rubstein diz que ´´a vaidade feminina começa em Paris´´!
Todo ano, na cidade luz, acontece o  IMCAS (International Master Course on Aging Science), o maior Congresso Mundial de Dermatologia, Cirurgia Plástica e Estética, em sua 21º edição, o evento reúne 10 mil médicos de 135 países, numa imersão de aprendizados teóricos e práticos, com aulas em vídeos conferência, e outras experiências médicas.
A Dra Juliana Ronacher está lá, participando de tudo!  "Ir à Paris já é MARAVILHOSO, e ainda ter a oportunidade de aprender em primeira mão as mais recentes inovações na área de injetáveis, lasers, cabelo e procedimentos cirúrgicos, é um privilégio!" comenta a médica sobre a sua segunda participação no #imcas.






9 de fev de 2019

Sonho meu, sonho meu...



Meu sonho de consumo !!!
O escritório do decorador Gil Shafer em NY!!!!!
Gosto muito do seu trabalho, embora ele seja bemmmmmmm americano.
Mas sou louca mesmo é pelo seu local de trabalho!!!
Consigo me imaginar trabalhando aí, com a Big Apple como um quadro na janela!



























Só pode ser isso.

Tragédia no Flamengo, tragédia no Morro do Vidigal, a lama da Vale mantando tudo ...

Deus esqueceu que é brasileiro...




8 de fev de 2019

A Vale. De novo.

Mais dor de cabeça  para a turma do PSDB e de Sérgio Cabral.
Desta vez, os investigadores miram Tuca Maia, Georges Sadala, um determinado deputado,  offshores mundo a fora e ... a Vale.

Enquanto isso, em Brumadinho, mais de 182 pessoas estão desaparecidas, quase 150 estão mortas, e a lama da Vale continua descendo rio abaixo.




Compacta


Givenchy GV mini.
Adorei!!!!