Cineart BH

31 de mai de 2017

Mãos de fada

Minhas unhas são um problema! Elas são finas como papel, fraquinhas e onduladas.
Um horror. 
Sim, já fiz de tudo e não tem jeito. Alguns produtos são bons, melhoram um pouco, mas elas não mudam muito. 

Reparo muito nas mãos das pessoas. As unhas dizem muito sobre elas.
Se são exageradas, sintéticas, bem cuidadas, naturais.

Não gosto de unhas enormes, duras, artificiais e quadradas. E também não gosto de esmaltes coloridos, tipo laranja, verde, azul, roxo, rosa.
Gosto mesmo é de unhas curtas, bem cuidadas, com as laterias redondinhas e pintadas de vermelho!










Antigamente era muito difícil encontrar bons produtos nacionais para as unhas. Os da Mavala só se comprava fora, mas hoje tem nas Lojas Rede, por exemplo.















Dos nacionais, duas marcas são as melhores no cuidado com as unhas. A Granado, com seus tradicionais cremes e a base 2 em 1 e a Risqué, que investiu muito neste setor e tem a linha mais completa e mais moderna de tratamento.



Junto com sua linha de tratamento, a Risqué tem dicas simples e eficazes no tratamento das mãos.



























Top

Não briguem comigo, mas vou ter que desabafar!
Tem algumas coisas na vida pelas quais eu nutro uma grande antipatia. Algumas palavras, por exemplo.
No momento, a razão da minha ojeriza  é a palavra top. Tudo hoje é top! A comida é top, o carro é top, a festa estava top. Eu mesma me pego falando top toda hora!
Primeiro que usar top  para tudo é - e você hão de concordar comigo - meio que uma falta de vocabulário... a comida não é deliciosa, ela é top. O carro não é moderno, ele é top. O homem não é charmoso, ele é top. O encontro não foi emocionante, ele foi top.
Depois que, top nivelou tudo e todos. Tudo e todos ficaram iguais, perderam a identidade, a individualidade. Deixaram de ser especiais e viraram ... top! A festa não foi alegre ou animada, ela foi top! A mulher não é sedutora e charmosa, ela é top! A casa não é acolhedora, nem agradável, ela é top! A palestra não foi interessante e proveitosa, ela foi top! O cabelo não é sedoso ou brilhante, ele é top. A foto não ficou colorida, nem enquadrada, ela ficou top!!!
Com top, tudo ficou igual. Massante. Sem graça. Somos quase que clones uns dos outros, já que vestimos igual, comemos igual, dançamos igual. Nossos cabelos são iguais, nossas bolsas são iguais, nossas casas são idênticas, afinal para ser ´´top´´, tem que ser igual ao que já é top!
E ai de quem não for top! Se sair um pouquinho da linha, ou da curva, usar um cabelo diferente, pintar a parede de verde escuro, andar de bicicleta, comer carne vermelha, a pessoa deixa de ser top e passa a ser ... diferente, contestadora, criativa, rebelde, provocadora,estranha, esquisita, indomável, desobediente, excêntrica, extravagante...

 P.S. te dedico, meu Clube do Livro! Maria Eugenia, Clissia, Samaritana, Helê Lelis, Helo Azeredo, Tati, Cida, Ana, Mariana, Thais, Tina, Tânia Campos, Rachel, Valerinha, Eli, Junia, Laura.





Get the Look







Crime duplo



Pelo crime que cometeu contra os pais, Suzanne merecia - e teve - pena máxima.
Pelo que fez ao irmão que tinha apenas 15 anos na época do crime, Suzanne merece a pena máxima em dobro.  

P.S. o irmão de Suzanne foi encontrado na Cracolândia, sujo, desorientado, machucado. Foi medicado e está internado à espera que alguém da família o pegue. Só que ele não tem família.
 Ele tinha 15 anos - e era talvez o único inocente da história - quando a louca assassinou os pais. Orfão, com a irmã na cadeia e os olhos do Brasil sobre ele, Andreás ainda teve que brigar pelo patrimônio dos pais, que foi entregue a um tio. Tio esse que até o fechamento desta edição não apareceu para pegar o rapaz no hospital.



30 de mai de 2017

Nike Cortez, você ainda vai ter um!


Nos anos 70 o resto do mundo estava enfeitiçado pelo estilo de vida americano: a fast fashion, o fast food, a ginástica e principalmente a aos esportes. Era a era do jogging como um hobby.

Bill Bowermann, fundador da Nike percebeu que precisava desenvolver um calçado esportivo que pudesse ser usado não só por atletas profissionais mas também por corredores de fim de semana. 
Em 1972 a sua empresa, a Nike, lançava o tenis Nike Cortez, um calçado feito em couro com a logomarca em azul e vermelho, bico reforçado e solado de borracha. 
Bill nunca podia imaginar que anos depois, seu tenis se tornaria um dos ícones fashion mais desejados do universo.

Farrah Fawcet fez história quando posou para a campanha da série As Panteras, calçando um Cortez e andando de skate, com jeans e cabelos ao vento. Todas as mulheres queriam ser Farrah e o Cortez vendeu como pão quente!

Forrest Gump ganhou um par de Cortez de presente e nunca mais parou de correr.










































Clássico

De roqueiros a líderes de gangs, passando por atletas e modelos, todos usam  o clássico Nike Cortez.

De fato eles são macios, confortáveis, duráveis e cheios de estilo.
E tornaram-se um verdadeiro clássico, tal qual um jeans 501, uma camisa branca ou um Rolex.




















































Dicas para usar o seu:

- O Cortez clássico é o de couro,  que tem a marca em vermelho e azul ou o todo branco, meu preferido.
Eles ficam lindos com jeans skinny ou com calça de alfaiataria.
Com short ou com saia.
Com blazer ou com jaqueta perfecto.
Ou seja, não tem tempo ruim para um par de Cortez!

- Diferentemente das bolsas de qualidade, o Cortez fica lindo quando está novo! Então todo o cuidado é pouco. Mantenha o seu sempre limpo, lave a barra da sola e passe um pano úmido no couro. Os de suede podem ser conservados com os sprays próprios.

- Nunca use o seu Cortez com meias, please! Usados com meias eles deixam de ser estilosos e passam a ser cafonas! Como as meias são absolutamente dispensáveis, um talquinho antes do uso é fundamental. Recomento o da Granado da linha Rosa. Use e depois me conte se não faz toda a diferença








































































Oba!

Amanhã tem Clube do Filme!



Falante



Porque não te calas, Gilmar?






Get the Look


29 de mai de 2017

Brasil Império


Sou simplesmente fascinada pelo Brasil Império.
Adoro as histórias, os personagens, a arte, a arquitetura, os móveis.


As paisagens de Debret, os móveis de jacarandá da Bahia, as figas de prata, os azulejos portugueses, a prataria da época e o mobiliário original. Sou louca por tudo isso.


Tão elegante e tão histórico, esse período ficou praticamente esquecido quando o assunto é a arquitetura e o design  (Com raras excessões, como Sig Bergamin, Gustavo Magalhães, Chicô Gouveia e os geniais Atilio e Gregório da Larmod e Tânia Bulhões nas suas louças).
































































Meus favoritos: pinhas de cristal antigas, louça Vista Alegre, todas as fazendas antigas sem exceção, 
a pintura de Lelli de Orleans e Bragança, as pencas de prata e a azulejaria de Vianita Barcellos.