Aparecida Jóias

5 de dez de 2016

Bom Programa/ Inhotim


Bom programa para um sábado de sol: passar o dia em Inhotim!

Convite suas amigas que gostam de arte e que tenham disposição! Inhotim é um museu a céu aberto e seus jardins são tão espetaculares quanto suas obras de arte! Portanto, para ver tudo, é preciso andar!
Eu convidei meu marido e meus filhos, mas eles preferiram futebol, cerveja e fazenda... 
Fui com minhas amadas Flávias, minhas companheiras de Bom Programa!


Recomendo ir cedo, o museu abre as 09:30. Escolha roupas confortáveis. Como lá é quente, short ou vestido leve. Nada de sapatos de salto, por favor!!! Inhotim é um convite a caminhar! Escolha um tênis charmoso ou sua sapatilha mais confortável!
Não esqueça o chapéu, óculos escuros e protetor solar! Ah, e a bolsa deve ser leve ou pequena! Deixe sua Chanel em casa, please.











Não que eu seja preguiçosa, mas Inhotim de carrinho é outra coisa!!! Eles podem ser alugados logo na recepção, junto com o ingresso. Não é caro e é um baita conforto. O carrinho faz todo o circuito e pára para você apreciar sua obra favorita!








Sempre que vou a Inhotim, tem algo novo. Nem que seja Os Fuscas em outro ponto do jardim.
Tem sempre um caminho que você não passou, um pavilhão que você esqueceu, uma obra que você não olhou direito.
Inhotim é vivo e deve ser apreciado de tempos em tempos.
Um dia só é pouco, mas como já fui outras tantas vezes, separei esse dia para ver meus pavilhões favoritos e passear pelos jardins.

Entrei novamente na Adriana Varejão (sou louca por ela) e fiquei horas no Miguel Rio Branco, outro de meus favoritos. As fotografias de Miguel são intensas e chocantes. Para a gente olhar, pensar e nunca mais se esquecer. 
Na hora do almoço, o museu oferece dois restaurantes, café e lanchonete.
Eu gosto do Tamboril, que tem uma comida maravilhosa! Escolha uma mesa lá fora e aprecie os jardins. Não conheço nada tão lindo. Peça a torta de banana de sobremesa e depois me conte se a vida não é perfeita!


































Não sou uma admiradora da arte contemporânea. Tenho 3 ou 4 artistas de que gosto e só. Tenho um pouco de dificuldade em interagir com uma arte que precisa ser ´´explicada´´. Não consigo olhar para uma instalação de Tunga, por exemplo, e dizer ´´ah, entendi´´. Preciso de uma explicação e alguns minutos para entendê-la e quem sabe, um dia, amá-la. Meus olhos e meu coração preferem a arte que basta um olhar, para entender.
 Mas isso não impede de maneira alguma que eu ache Inhotim o dos mais importantes museus do mundo, que deve e merece ser apreciado e vivido. Inhotim é um presente, para todos nós.










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