Mostrando postagens com marcador Perfil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perfil. Mostrar todas as postagens

Rossella Jardini


Durante anos, Rossella Jardini foi a diretora criativa da griffe Moschino.
Rossella desenhou coleções coloridas, descoladas e vendáveis para a marca.
Sempre com seus enormes óculos e inúmeras pulseiras de ouro, Jardini foi cobiçada por outras grandes griffes, mas preferiu a carreira solo.

Rossella lançou em 2015 sua própria etiqueta de roupas, sapatos e acessórios a  Rossella Jardini
A  marca é super charmosa, tanto quanto a dona, uma das mulheres mais bem vestidas do mundo da moda.



























































Glorinha Paranaguá


Glorinha Paranaguá faz as clutchs mais desejadas entre as lalás antenadíssimas e de bom gosto.
Quem é ela? Ah, vamos lá:
Nascida no Rio de Janeiro, Glorinha morou, e conheceu bem, o mundo inteiro, graças ao seu casamento com o diplomata Paulo Henrique Paranaguá.
Conheceu políticos, cabeças coroadas (era amiga do duque e da duquesa de Windsor) e recebia para jantar na embaixada, Evita Perón.
Para as festas, escolhia maravilhosos YSL, Chanel e Cristobal Balenciaga.














Com a aposentadoria do marido, Glorinha voltou para o Brasil e decidiu realizar seu sonho: fazer bolsas.


A vida agitada de esposa de embaixador, trouxe-lhe experiência, bom gosto e muito pique para trabalhar.
E ela ainda teve a sorte de ter a chiquérrima Naná Paranaguá (casada com seu filho Pedro) como nora!


Naná, além de elegantérrima, trabalhou anos na Fiorucci e Maria Bonita.


























Hoje, Glorinha e Naná tem uma loja em Ipanema, onde também funciona o ateliê. A marca ''Glorinha Paranaguá'' é vendida nas lojas mais sofisticadas do Brasil e do mundo.


Sua famosa clutch de bambú (onde você escolhe a cor do pingente) é o sonho de consumo desta que vos fala e de todas as lalás antenadas. Suas bolsas são desenvolvidas com materiais de primeira, acabamento primoroso e detalhes charmosíssimos. E por isso não são baratas, mas valem cada centavinho pago.


No último Prêmio Moda Brasil, Glorinha recebeu merecidamente, o prêmio de melhor designer.


Não é um luxo ter uma ''Glorinha''?!











Quem usa Glorinha Paranaguá:











Gloria Vanderbilt



Quando a pequena Gloria Laura Vanderbilt nasceu, seu futuro parecia cor de rosa. Ela era a única filha da bela Gloria Morgan Vanderbilt, uma linda atriz, nascida na Suiça,  de 17 anos, e do herdeiro das ferrovias e membro de uma das mais ricas e tradicionais famílias americanas, Reginald Vanderbilt, então com 48 anos. Além disso o rostinho perfeito da bebê  dava mostras de que a pequena Gloria seria um deslumbre. 
Mas nem tudo saiu como o esperado. Um ano após o nascimento da pequena Vanderbilt, seu pai morreu de cirrose em um hospital de NY, deixando a viúva Glória Morgan então com 18 anos, com uma filhinha que tinha uma herança bilionária.




O problema é que Gloria Morgan não estava preparada para tamanhas responsabilidades: nem ser mãe, nem ter tanto dinheiro.
Glória mudou-se com a baby Gloria para a Europa, onde vivia sua família, e caiu no mundo louco do high society irresponsável. Teve vários casos amorosos complicados, um deles incluía um romance gay com uma condessa russa. Gloria Mãe tinha como companheira de noitadas e festas  sua irmã gêmea, Thelma Morgan, que era amante do Duque de Windsor.
Entre festas, roupas, jóias, viagens e amantes caros, Gloria mãe gastava a herança da filha e a relegava aos cuidados de uma babá, que por mais dedicada que fosse, e ela era,  não conseguia suprir a falta da mãe. E assim, a pequena Gloria Vanderbilt, a herdeira de uma das maiores fortunas americanas, vivia sozinha em Paris com Dodo, a babá. 

Até que a tia de Gloria, Gertrude Vanderbilt Whitney, irmã de seu pai, entra na justiça e pede não só a guarda da pequena (Gloria tinha 5 anos), como também, que Gloria Mãe seja afastada do comando da herança da sobrinha. Gertrude, uma artista plástica que dividia seu tempo entre a família e a caridade, se preocupava com a sobrinha. Com o apoio do resto da poderosa família Vanderbilt, Gertrude alegava que a cunhada, exercia uma péssima  influência sobre a filha, não lhe dava atenção, além de estar dilapidando a herança da pequena. Mas Gloria mãe não iria largar o osso assim tão fácil. 
Estava armado o que foi chamado na época  de ´´o maior processo do século´´.


Foi travada uma verdadeira batalha nos tribunais americanos e europeus pelo controle de uma fortuna e o destino de uma pequena herdeira, que desde que nasceu era cuidada por uma babá. Tudo acompanhado com sofreguidão pela imprensa e pelo público. 
O juiz do caso tinha que controlar a audiência e a imprensa. O caso Vanderbilt X Whitney monopolizava os tabloides e as conversas (uma espécie de O J Simpson sofisticado). A pergunta que não queria calar era: ´´quem vai ficar com Gloria?´´. E com a sua fortuna, bien sur!



Enquanto dezenas de advogados se debatiam nas côrtes, a vida da Gloria Mãe era exposta para o mundo. Os escandalosos casos amorosos, as bebedeiras, as noitadas, os gastos descontrolados, a vida mundana. No meio do turbilhão do processo, uma foto da pequena  Vanderbilt andando de carrinho sozinha, com o olhar tristonho, tendo ao fundo a Torre Eiffel, praticamente definiu o caso: havia 3 meses que baby Gloria não via a mãe.

Meses depois, Gloria Morgan perdia não só a guarda da filha como também o acesso a todo e qualquer dinheiro vindo da herança de Reginald Vanderbilt.  



















Sem dinheiro e sem prestigio, Gloria Mãe teve que deixar a contragosto a vida de luxo e boemia e passou a morar na casa da irmã Thelma em NY (onde viveu até morrer de câncer aos 60 anos de idade). 


Enquanto isso, a pequena Gloria, já integrada à nova família da tia Gerturde, crescia linda, elegante e graciosa ao lado dos primos e da babá Dodo numa enorme casa na propriedade da família Vanderbilt em Road Island.  Gertrude tentou proteger Gloria da imprensa, mas era impossível. Até a ida da garota à missa era seguida por uma legião de flashs. 
Bem administrada pela tia e por vários tutores, a fortuna da menina crescia como ela. Aos 21 anos, Gloria era considerada uma das jovens mais ricas da América. E foi também aos 21, quando pode ter acesso a sua fortuna, que Gloria cortou a mesada que os tutores davam à mãe desde o final do processo. Gloria dizia que sua mãe era jovem, tinha saúde,  e podia muito bem trabalhar, como ela fazia. Nessa altura, a jovem Gloria já gostava de moda e despontava como uma socialite invejada e copiada pela juventude dourada de Nova York. Por mais que tia Gertrude a amasse e que Dodo cuidasse dela, a cicatriz da falta da mãe ainda aparecia as vezes. ´´Eu sabia que tinha ser forte. Mas eu também sabia que queria muito pertencer a minha mãe e queria que ela fosse minha´´. 











Gloria, que nesta época pouco ou nunca, via a mãe, era linda! Puxou a beleza de Gloria Mãe e a altivez e elegância dos Vanderbilt. A revista Town & Country escreveu em sua edição que a trazia  na capa ´´nunca haverá outra Gloria Vanderbilt´´.
Verdade.

Gloria era única! Estilosa até o último fio de cabelo, ela usava o que ninguém ousava. Numa época que todas as mulheres eram loiras, ela era morena. As mulheres pinçavam a sobrancelhas até virarem uma linha. Gloria usava a sua natural, cheia e bem feita. As mulheres queriam o corpo de uma pin up, volumoso. Gloria era um espeto! As mulheres usavam tailleur, Gloria usava caftans e vestidos armados. As mulheres usavam jóias delicadas e Gloria usava bijouterias enormes e diamantes de matar Sherazade de inveja. As mulheres queriam casar, tinham pânico do divórcio e ficavam em casa esperando o marido. Glória casou-se 4 vezes, trabalhava muito e tinha centenas de amigos. 
Com seu segundo  marido, ela teve o primeiro filho, Leopold Stowkovski. Gloria então parou tudo e se dedicou ao filho pequeno. Após o terceiro divórcio, Gloria teve um romance com Frank Sinatra que deu o que falar: a herdeira e o astro. Foram páginas e páginas de jornais sobre o affair.
Sinatra foi o caso mais famoso, mas Gloria também se envolveu com Marlon Brando e Howard Hughes.
Dizem que o filme Bonequinha de Luxo foi inspirado em Gloria.
Pode ser que sim. Mas o fato é que Gloria nunca foi uma bonequinha de luxo. Era, na sua essência, uma mulher de fibra, livre. Quase uma feminista: ´´ Eu sempre acreditei que uma mulher de sucesso pode ajudar outras mulheres a terem sucesso´´.









Em 1963 ela se casou pela quarta vez com o ´´amor da minha vida´´, Whyatt Coopper, com quem teve 2 filhos, Andersson e Carter. A vida em família era feliz e amorosa. O casal vivia em NY mas viajava o mundo todo e os garotos eram lindos.  A felicidade da família Coopper durou até 1978, quando Whyatt, depois de uma delicada cirurgia no coração, morreu. Gloria então passou a se dedicar aos filhos pequenos e ao trabalho.
Usou todo o seu bom gosto, talento e disciplina e lançou uma linha de perfumes com a L´Oreal, uma linha de papel de carta com a Hallmark e uma uma linha de jeans que foi um sucesso estrondoso. Gloria então passou a ser conhecida como a ´´rainha do jeans´´. As campanhas da marca Gloria Vanderbilt eram estreladas pelas principais tops do mundo e estavam em todas as lojas do planeta. Eu mesma tinha um jeans Gloria Vanderbilt, acreditam? 































E na vida pessoal, viúva e ainda linda e vigorosa,  Gloria encanta-se com o fotógrafo famoso e ídolo americano,  Gordon Parks. Gordon, um negro altivo, elegante e intelectual, apresentou a Gloria o mundo das artes, da literatura, da política  e do ativismo social. Um mundo que ela adorou e do qual nunca mais saiu.

Mas quando tudo parecia ir bem, eis que Gloria descobre que seu sócio e seus advogados deixaram de pagar os impostos devidos e lhe deram um rombo de milhões de dólares. Gloria voltava às barras dos tribunais. Desta vez, para defender seu patrimônio e sua empresa. O processo foi lento e quando acabou, sua empresa a GV Ltda estava quase quebrada. Gloria teve que vender suas propriedades em South Hamptons e em NY para quitar a dívida com o Fisco americano. Mas o sangue dos Vanderbilt ainda corria nas veias dela e em poucos anos Gloria recupera parte do patrimônio emprestando seu nome para cosméticos, perfumes e acessórios de moda, além de fazer bons investimentos. Era o nome Vanderbilt, desbravadores da América, falando mais alto.
Então, em 1988 veio o derradeiro golpe. Seu filho caçula, Cooper, pula da janela de seu apartamento em NY, na 10th Avenue, e morre aos 23 anos de idade.

Gloria ficou inconsolável. Para ela que foi forçada tão cedo a viver longe da mãe, ter filhos e poder cuidar deles era tudo o que ela mais amava. Foi preciso o tempo, o apoio dos bons amigos (Diane von Furstemberg, Ralph Lauren, etc), da família  e uma enorme coragem para levantá-la. Mas ela, mais uma vez, conseguiu. Voltou ao trabalho, aos seus eventos de caridade, a frequentar a ópera e o teatro, sempre ao lado do seu companheiro Gordon Parks e de seu filho Andersson, que  se tornara então, um famoso apresentador de TV. Uma espécie de Willian Bonner do Tio Sam.













Há alguns anos atrás, todo a vida de dramas e glamour de Gloria voltou às manchetes quando um livro e um filme sobre a sua vida foram lançados e quando seu filho Andersson, numa atitude corajosa e totalmente apoiada pela mãe, se declarou gay. Andersson se tornou então,  o primeiro apresentador de jornalismo a admitir sua orientação sexual com firmeza. Gloria não saiu do lado do filho.












Gloria morreu hoje, aos 95 anos. Ainda era uma mulher altiva, elegante e cheia de personalidade.
Uma exposição de suas criações está sendo preparada numa galeria em NY. Gloria, que perdeu seu companheiro Gordon em 2006, supervisionou tudo pessoalmente.  Até o ano passado, ela ainda viajava para divulgar o livro que  escreveu junto com o filho, Andrsson. 
Não é a toa que uma de suas frases favoritas é de Oscar Wilde:


´´Viver é a coisa mais rara do mundo. Na maioria das vezes, as pessoas apenas existem´´.
















A casa de Liz Taylor


´´Minha mãe disse que eu não abri os olhos nos meus primeiros oito dias de vida. E que quando o fiz, a primeira coisa que vi foi um anel de noivado!´´
Elizabeth Taylor

Liz, a eterna diva dos olhos cor de violeta, viveu em sua casa de Los Angeles com o mesmo glamour que aparecia nas telas. Mesmo cercada com mundo festivo de Hollywood, Liz era caseira. 

A casa de Liz é adorável, aconchegante, feminina, luxuosa.  A cara dela!

Depois de sua morte, os filhos leiloaram algumas jóias, como era o desejo da mãe. Já a casa é mantida como Liz deixou. 




























Amei o closet com a pia para lavar os cabelos! Fala sério?!!! O que mais uma mulher pode querer da vida?!












Sabe das coisas


Aos 78 anos e mais linda que nunca!
Costanza Pascolato dá preciosas - mas não secretas -  dicas de como se manter chique, ativa e cheia de vida.





Yoga: ´´pratico meditação e Yoga em casa mesmo desde 2014. Isso me deixa mais calma, sem dores e muito mais focada´´
Caminhada: ´´caminho todos os dias religiosamente. Faz bem para o corpo e para a mente. E procuro fazer tudo à pé, só uso carro quando não há outro jeito. Organizei a minha vida de modo que posso viver só com o que está no meu bairro´´.
Sem retoques: ´´fiz um minilifting quando tinha 49 anos. E só. Tenho pavor dos procedimentos estéticos exagerados. A expressão muda, e todas ficam com a mesma cara´´.
Com retoques: ´´nunca saio de casa sem maquiagem. Uso base com protetor no rosto. Para os olhos, sombra marrom e lápis preto da MAC para delinear e esfumar. E rímel. Batom, sempre. Gosto do Spirit da MAC para o dia.´´.
Água: como de tudo, menos alguns derivados de leite. Não bebo, tenho alergia a alcool, o que é uma vantagem. E bebo muita água. Aliás, água é minha bebida preferida´´.
Perto: ´´aos 78 anos descobri que o melhor da vida é estar perto de quem amamos, e ficar junto de quem nos faz bem´´.
Longe: ´´do oba-oba. Escolho com cuidado com quem quero conviver. Prefiro quem me instigue a cabeça´´.
Velha, eu? ´´Não vejo nenhum problema nisso. O contrário, sim, é um problema: insistir em se manter jovem a qualquer custo, lutando uma guerra inglória contra o tempo, que na verdade é nosso maior amigo.´´
Ocupada: ´´trabalho e interesse. Os únicos remédios para os males da mente´´.




Patricia Villela Marino


Toda quinta-feira, às 7 horas da manhã, a empresária e advogada Patrícia Rieper Leandrini Villela Marino, acompanhada por quatro voluntárias, encara uma viagem de 145 quilômetros rumo à Penitenciária Feminina 2 de Tremembé. Lá, ela verifica o andamento do mais novo projeto do Humanitas360 (H360), instituto que criou em março de 2015, voltado ao combate à violência.
Este projeto é uma cooperativa de presas que  produz artesanato de segunda a sexta, em uma jornada de trabalho de oito horas por dia. A organização fornece todo o material, além de oferecer aulas de arte, corte, costura, crochê, tricô e design. Ao contrário do que ocorre em outros presídios, a detenta recebe de acordo com sua capacidade de produção — a renda dos artigos comercializados é dividida entre as participantes. Além disso, elas têm a possibilidade de seguir no programa após ganhar a liberdade.
Patrícia é uma mulher admirável. Podia estar deitada em berço esplendido, vendo a vida de camarote (mais precisamente do alto de seu deslumbrante apartamento no Morumbi, recheado de obras de Marc Chagall e outros grandes artistas). Mas resolveu, como poucas, não deixar a vida passar em branco.
Aos 47 anos, casada há vinte com o herdeiro e  presidente do Conselho de Administração do Itaú para a América Latina, Ricardo Villela Marino, Patrícia  é um oásis num mundo onde filantropia significa fazer um cheque. Em vez de focar seus esforços na educação ou no meio ambiente, ou mesmo em órfãos e mães solteiras, causas com simpatia imediata e zero aresta, ela abraçou dois mundos controversos, em uma sociedade que ainda engasga ao falar de direitos humanos: o sistema carcerário e sua maior fonte de recrutamento, a política de repressão às drogas. Ambos cercados por estigmas de altos decibéis. “As pessoas precisam entender que os detentos não ficarão enclausurados a vida inteira e que eles devem ser preparados para sair”, diz e a bela.















Se Deus quiser, minhas peças um dia estarão na São Paulo Fashion Week e meus pais verão que tenho jeito”, se emociona Jaqui, um das detentas integradas ao programa. O sonho dela não parece tão distante, uma vez que há conversas de membros do instituto de Patricia com empresários da moda. 
Até o fim do ano, deverá ser criada no semiaberto masculino uma cooperativa de presos para gerir uma horta orgânica. “Queremos dar suporte para implantar iniciativas semelhantes em outros presídios e para que cada uma delas caminhe com as próprias pernas”, completa Patricia animada.

O projeto nas penitenciárias tem lançamento previsto para o próximo dia 16, com um leilão de pelo menos 200 peças confeccionadas pelas presas. Amigos de Patrícia e de seu marido, Ricardo, como o casal de apresentadores Luciano Huck e Angélica, além de Luciana Gimenez, acenaram com a possibilidade de oferecer lances. Uma colcha , por exemplo, custará a partir de 2 000 reais.

Patrícia não abre números, mas estima-se que tenha desembolsado cerca de 50 milhões de reais em mais de dez projetos nos últimos quatro anos. Essa fonte tem um apelido — o “Fundo do Bem”— e é uma aplicação patrimonial que reúne verbas dela, do marido e do filho do casal, Daniel, de 6 anos. Por mês, a família investe cerca de 10% de seus rendimentos em ações sociais. “Nascemos em um cenário privilegiado e temos o dever de contribuir para melhorar a sociedade”, acredita Ricardo Villela Marino. 
Entre os beneficiados, está o Instituto Gerando Falcões, que busca transformar a vida de moradores de bairros carentes por meio de esporte, cultura, qualificação profissional e criação de renda.
Antes de realizar seu trabalho com o sistema carcerário e no coworking social, a empreendedora já atuava com política e em discussões sobre substâncias ilícitas. Em 2011, fundou a Plataforma Latino-Americana de Política de Drogas, junto ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Também assinou textos em que defende a descriminalização da cannabis para uso medicinal, com um enfoque na saúde pública, acompanhada de programas de educação.

“A nossa lei de drogas teoricamente descriminaliza o consumo, mas na prática não estipula quantidades para tipificar o tráfico”, afirma a empresária. “Enquanto uma mulher dos Jardins é liberada ao ser flagrada com uma substância ilegal, uma da periferia com a mesma quantidade vai para a prisão, que não recupera ninguém e só cria ciclos de violência”, compara.

Nos últimos anos, Patrícia apoiou a vinda ao Brasil de autoridades responsáveis pela liberação do uso recreativo da maconha, do Estado americano do Colorado ao Uruguai, para compartilharem os efeitos da experiência. Ainda financiou o documentário Ilegal, sobre uma mãe que lutou pela legalização da cannabis medicinal para tratar a doença de sua filha de 5 anos, vítima de uma epilepsia rara.

Para falar de política, Patrícia lançou em março o Índice de Empoderamento Cívico das Américas, em parceria com a equipe de inteligência da revista inglesa The Economist. Entre seis países, o Brasil ficou em quarto lugar, à frente apenas de Guatemala e Venezuela. “Nossa população valoriza o voto, mas transfere toda a responsabilidade aos políticos, sem se envolver com ações de cidadania, como participar de melhorias do bairro ou mesmo de reuniões de condomínio”, diz Ricardo Anderáos, vice-presidente de operações da H360.

A instituição também lançou um software que analisa todos os documentos da Operação Lava- Jato. “Eu me arrependo amargamente de ter votado no Aécio Neves (PSDB) nas últimas eleições presidenciais”, afirma Patrícia. “Se ele tivesse sido eleito, as investigações não teriam prosseguido”, completa. A empresária não revela seu candidato deste domingo (7), mas observa o cenário com preocupação. “Como a maior parte da população não cobra nem dá importância ao escolher seus representantes no Legislativo, cá estamos de novo em uma eleição presidencial sem um candidato que nos represente”, conclui.







Nestes tempos marcados por slogans de ódio, Patrícia, é claro, também recebe seus petardos. “Volta e meia alguém me chama de ‘esquerdinha’. Para muitos ela é uma revolucionária ou reacionária.
Para mim, ela é um exemplo e uma inspiração.

Filha do ex-deputado estadual Floriano Leandrini, presidente do antigo Banespa entre 1987 e 1991, um dos criadores do então Movimento Democrático Brasileiro (MDB), ela se interessou pelo jogo governamental ainda na adolescência. Nessa época, fazia questão de ir ao Colégio Arquidiocesano, na Vila Mariana, com a Kombi da campanha de seu pai. “E ainda convocava meus colegas de classe para ajudar a panfletar”, lembra. Pensou em entrar para a política, mas percebeu que faria mais diferença como “cidadã politizada” e formou-se em direito no Mackenzie aos 23 anos.

Dinheiro nunca tirou o sono de sua família: seu avô paterno, Virgílio Leandrini, comprou uma série de lotes onde depois surgiria a cidade de São Caetano do Sul. Hoje seu pai administra dezenas de imóveis na região. “Nunca ostentamos; afinal, a miséria do outro me afeta”, prega a advogada Jane Rieper, mãe de Patrícia. Primeira de três filhos, a empreendedora nasceu na Pro Matre, na Bela Vista, em 28 de outubro de 1970, Dia de São Judas. Promessa de seus pais, comemorou todos os aniversários no orfanato daquela igreja até os 18 anos. “Era uma forma de mostrar quanto ela era privilegiada por ter um lar”, diz o pai.

Para desespero dos avós, muitas vezes Patricia desliga o celular, pega seu filho, Daniel, e o leva para conhecer a ´´vida real´´. ´´Precisamos descer dos nossos pedestais. Isso é viver´´.
São essas Patricias que fazem deste mundo um lugar melhor.



Juliana Ronacher no blog


´´Uma mulher é capaz de tudo.
Inclusive ser bela em qualquer idade´´.

Tem coluna nova no blog!

Beauty Day por Dra Juliana Ronacher!

Juliana Ronacher é dermatologista associada a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Cirurgia Dermatológica (SBCD).
São 10 anos se dedicando a construção de uma carreira profissional sólida e voltada para a dermatologia estética.
Foi sócia proprietária e fundadora da Inovatto e trabalhou na Clínica Bardot. Há alguns anos atende em seu consultório próprio, super bem montado, em Belo Horizonte e também em Nanuque, sua cidade natal.
Sempre presente nos principais congressos, workshops nacionais e internacionais, atenta às novidades do mercado e as demandas de suas fiéis clientes, Juliana tem o olhar apurado que a estética precisa e a firmeza que a medicina exige. 
Sou fã desta moça jovem, linda e dedicada.
Sua coluna estréia semana que vem!!!





Dra Juliana Ronacher / CRM 49306 / Avenida Raja Gabaglia, 2000 - torre 01 - sala 909.



Florence

Ninguém define mais o  look Boho- Chic do que Florence Welch.
A inglesinha, vocalista da banda Florence and The Machine, é uma das mais estilosas estrelas da múisica.
Ruiva, alta e colorida, Florence parece que saiu direto dos anos 60 para a Avenue Montaigne!
Ela mistura como ninguém batas folk, casacos de peles, calças boca de sino, vestidos esvoaçantes, estampas Peace & Love com bolsas Prada, sapatos Gucci e joias delicadas mas poderosas. Misura Isabel Marant com Zara, Gucci com Merci Concept, Prada com roupas de brechó. Fica lindo!!!!

Florence, além de líder da banda queridinha dos descolados europeus, virou ícone fashion, com direito a capa de revista e figurino dos seus shows desenhados por Gucci e cover nas campanhas de grandes grifes.